Neste texto buscamos unir algumas informações relevantes para aqueles que desejam aprofundar seu conhecimento sobre a utilização do ozônio com finalidade medicinal.

Características do ozônio

O ozônio é um gás instável, incolor e tem um odor característico. Ele é formado por três átomos de oxigênio, e pode ser encontrado na estratosfera com a função de filtrar os raios ultravioleta (UV) emitidos pelo sol. Sua formação acontece quando as moléculas de oxigênio se rompem, sendo que, os átomos separados, combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio (KIRCHHOFF, 1995).

Ressaltamos, desde já, que a terapia com o O3 não deve ser a terapia principal no tratamento das enfermidades, entretanto, como terapia coadjuvante pode trazer muitos benefícios (VIEBAHN-HAENSLER, 2001).


Algumas aplicações do ozônio

O O3 vem sendo estudado por médicos e pesquisadores de todo o mundo desde 1840. Ele tem um grande poder oxidante, propriedades bactericidas, fungicidas e viricidas. Dessa forma, de acordo com estudos, o ozônio pode ser utilizado como tratamento coadjuvante em diversas patologias:

  • doenças arteriais circulatórias;
  • úlceras externas;
  • lesões de pele;
  • imunodeficiência;
  • hepatite;
  • terapia de suporte em pacientes com câncer;
  • inflamações;
  • tratamentos dentários;
  • entre outros.

A literatura também menciona as várias possibilidades da utilização terapêutica do ozônio para grandes e pequenos animais, além de esterilização de materiais (uma vez que o gás inativa microorganismos rapidamente) e também da água.

Antigamente o O3 tenha sido utilizado apenas com a finalidade de desinfecção da água, mas, hoje em dia o gás também é utilizado na esterilização desta, sendo que ainda outras funções foram-lhe conferidas, como redução de cor, odor e sabor da água (VELANO et al., 2001).

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Referências:

KIRCHHOFF, V. W. J. H. Ozônio e radiação UV-B. São Jose dos Campos: Transtec, 1995. 66p.

VIEBAHN-HAENSLER, R. Marcos do Ozônio Médico: Ozônio Médico como Ponto Focal de Crítica. In: 15º Congresso Mundial de Ozônio. 2001, Iffezheim, 8 p.

VELANO, H. E. et al. Avaliação in vitro da atividade antibacteriana da água ozonizada frente ao Staphylococcus aureus. Pesquisa odontológica Brasileira, v.15, n.1, p. 18-22, janeiro março, 2001.